Claudio Mascaro

O que eu vendo

Eu construo sistemas distribuídos, sejam eles AI Native ou não, e recupero os que estão lentos, caros ou falhando diante do cliente. A Esteira de Confiabilidade vai junto em tudo: não é um produto à parte, é como o trabalho sai. Dá para contratar de dois modos.

Diagnóstico e cirurgia

Para o sistema em produção que está lento, caro ou falhando diante do cliente. O diagnóstico mede, aponta a causa com evidência e traz o plano da cirurgia, num relatório e numa conversa. A cirurgia muda só o que precisa mudar.

O diagnóstico vem primeiro, com escopo e preço fechados, e termina num veredito: se a cirurgia vale a pena. A cirurgia é cobrada por hora.

Um consumidor Kafka que acompanha o pico →

O escopo

Backend e infraestrutura

Integração, dado, custo e operação: a parte sem IA que decide se a IA fica de pé. É de onde eu venho, em sistemas de pagamento.

Agentes no seu processo

Um time de modelos executando o processo sob uma esteira só: origem, teto e liberação valem para o sistema inteiro.

Chatbot sob medida

Responde pelo seu nome, dentro do que pode dizer e do que pode gastar, com gente vendo as conversas e poder de assumir na hora.

Conteúdo em seu nome

Publica no seu processo e na sua voz: a revisão aponta o motivo, e nada vai ao ar sem gente.

O que fica fora

  • Plataforma, não: sem licença nem assinatura. O que eu implanto fica seu, e a manutenção é serviço, não aluguel.

  • Squad, não: quem você contrata é quem faz, no seu contexto e com o seu time.

  • Conserto por prompt, não: prompt melhor é ajuste. O que eu vendo é engenharia e operação.

  • Promessa de número, não: número entra depois que a esteira mede, com fonte que eu consiga defender.

  • Tabela de preço, não: projeto e cirurgia não têm o mesmo tamanho, e o preço sai da conversa, olhando o seu sistema.

Projeto ou diagnóstico, a conversa começa pelo seu sistema, não pelo meu método.

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