Claudio Mascaro

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  1. As mensagens chegam ao tópico mais rápido do que o serviço consome.

    A diferença é o lag.

  2. Antes, lotes de até 2.000.

    Mas cada mensagem com a sua própria consulta, 100 de cada vez.

    O lag sobe, e o dado chega atrasado à busca.

  3. Cada mensagem vira um sendMessage sozinho no tópico de saída.

    Com um commit por lote.

    O HPA sobe instâncias, uma por partição, e o lag segue subindo.

  4. Depois, troquei as consultas por uma só para o lote inteiro.

    Os mesmos lotes de até 2.000.

  5. A saída vai em pedaços de 500, um de cada vez.

    Cada um espera a confirmação do broker, e o tópico do Logstash recebe em cadência, sem rajada.

    Com o mesmo HPA pela CPU, o lag sobe mais devagar.

  6. No pico, cada instância tem folga.

    E as que o HPA sobe esvaziam a fila.

  7. O consumo e a chegada dos dados à busca subiram de 4,5× a 5×.

  8. Tem um consumidor que não acompanha o pico?

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    Um consumidor Kafka que acompanha o pico →

  9. Uma cadeia de suprimento de software.

    Times em npm, Go, PyPI, Maven e NuGet, cada um buscando de uma fonte própria.

  10. Sai o aviso de uma versão vulnerável no npm.

    Bloqueá-la é passar fonte por fonte, enquanto os builds puxam pelas que seguem abertas.

  11. Eu pus um hub na frente dos registros: o Nexus.

    Um bloqueio nele cobre quem migrou, e as fontes antigas ainda levam a versão a quem ficou.

  12. Depois, as fontes antigas são desativadas.

    Sobra um lugar para bloquear, e um bloqueio no hub cobre todos os times.

  13. O hub vira um serviço de uma plataforma interna de desenvolvimento (IDP).

    Só o pipeline publica: build atestado e assinado, scan no OWASP Dependency-⁠Track.

    Quem consome confere a assinatura e o atestado.

  14. Chega uma cópia adulterada do pacote interno.

    O digest não bate com o atestado, e o hub a retém.

    Se passasse, a admissão a recusaria.

  15. Quer um lugar só para bloquear o que não deve entrar?

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    Uma cadeia de suprimento de software com um lugar só para bloquear →

Claudio Mascaro

Eu construo sistemas distribuídos, AI Native ou não.E recupero os que estão lentos, caros ou falhando, por diagnóstico e cirurgia.Tudo sai com a Esteira de Confiabilidade: uma pessoa aprova, a máquina publica.

Engenheiro de software e SRE, com ampla experiência em infraestruturas de pagamento. Aplico os fundamentos de engenharia de IA nas duas escalas: em empresa grande, onde recurso não é o gargalo, e nos meus produtos, onde é.

Senior SRE hoje, aberto a oportunidades de Staff SRE. Trajetória

Onde a esteira já roda

Dois problemas que eu resolvi, e dois sistemas meus.

Aurora Concierge

Atendimento por IA numa operação de homecare, sobre um CRM próprio: inbox, takeover e liberação humana. A palavra final é de uma pessoa, num lugar feito para isso.

Acolhera

A mesma plataforma, em marca branca, para operações de saúde. O desenho aceita uma segunda marca sem virar um segundo sistema: a esteira é a mesma, o dono muda. É onde o modo por projeto com manutenção já roda.